terça-feira, 12 de outubro de 2010

Declínio fatal escravizado e perdido.

Não ouso descrever as magnificências de tal sentimento, qualquer um que fosse não poderia transmitir a emoção da grandeza, do deslumbramento, da felicidade, os êxtases, as melodias, os arrojo de luz e cores, uma coisa indefinível e incompreensível. Nem o melhor poeta que seja não conseguiria descrevê-lo, nem estrofes que por mais sinceras sejam o descreveriam, até as músicas mais melódicas não são capazes de fazê-lo. Borboletas no estômago, andar nas nuvens, aquele pseudo friozinho na barriga, calor no coração, sorriso incontrolável, vagalume nos olhos, asas de beija flor na imaginação ou como definas. Estou falando de amor. A razão das noites mal dormidas e até mesmo sem dormir, são devaneios inevitáveis e incontroláveis até mesmo impossíveis. Quando o botão de 'foda-se tudo' é ativado mais uma vez. Insultos são ignorados, as pessoas, por mais chatas que sejam se tornam legais nessas horas. Não existe algo que interrompa tamanha imensidão, a não ser ele mesmo, nos quebra no meio quando preciso. 
É inesgotável, infinito, inconfundível, incontrolável, inexplicável e eterno – nem sempre. Apenas amor.

Um comentário:

  1. Para mim, a sua tentativa de afirmar que ninguém é capaz de definir foi uma definição excelente.

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