sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Sem avisar.


Eu sentia o vento alisar meu rosto. Não era um vento qualquer. Era o mesmo vento que tocava o seu rosto. O vento que tocava seu rosto depois vinha ao meu encontro para dançar. Era o seu vento, o que te conhecia plenamente, mais que qualquer um já conheceu e agora ele estava de encontro ao meu, numa dança inefável de paixão. Era tudo tão novo, mais bonito que o pôr-do-sol, brilhava mais que as estrelas já ousaram brilhar. Cada dia uma dança diferente. Não tinha hora de certa ou lugar para estar. O vento simplesmente aparecia, sem avisar.

2 comentários:

  1. Obrigada pelo seu comentário no blog. Adorei conhecer você, Mariana. Os amigos da Lucy/Vina sempre serão meus amigos.

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